Era um serão de Dezembro em Viena. Como é de calcular, muito frio e neve. Pablo tinha viajado outra vez até lá, sozinho em negócios e esperava ter que ficar pelo menos 3 noites. O seu hotel ficava no centro da cidade e era muito conhecido. O Hotel Sacher produz dos melhores bolos de chocolate do mundo e mesmo quem não está lá instalado, procura estes bolos.
Nessa noite estava no bar do hotel a beber um chá e a comer uma fatia de bolo de chocolate e não pode deixar de notar a entrada de uma mulher que destoava completamente do ambiente. Apesar de loira e alta como a maioria das mulheres locais, os seus traços eram de leste. Muito elegante, na casa dos trinta como Pablo e provavelmente também em negócios na cidade. Os seus olhares cruzaram-se. Ela tinha um olhar seguro e quente. Indicaram-lhe uma mesa mesmo em frente à de Pablo e ela fez o seu pedido. Para sua surpresa, a intrigante loira pediu um café e um Felser Zwetschken Schnaps. Pablo ficou a observá-la discretamente e ela tomava o seu café lentamente e olhava Pablo, com um olhar penetrante que o deixava cada vez mais atraído por esta mulher. Quem era ela? Donde teria aparecido esta fascinante surpresa? Quando terminou o café, olhou Pablo nos olhos e de uma só vez acabou com o schnaps sem sequer pestanejar! Pablo não queria acreditar. Depois de pensar que ela já não o podia surpreender mais, ela tinha feito o que muitos homens não conseguem fazer. Mas as surpresas não acabaram ali e ela pediu outro schnaps. Ao ver isto, Pablo não resistiu e aproximou-se da mesa dela:
- Posso acompanhá-la com uma bebida?
- Normalmente não aceito estranhos à minha mesa.
- Pablo Picares. Continuo a ser um estranho?
Ela olhou nos olhos a avaliá-lo por uns segundos e estendeu-lhe a mão:
- Oksana Venclova. Vai continuar no chá?
- Estava a pensar mudar e aconselhar-me consigo. Vejo que é uma entendida.
- Se diz isso é porque também é conhecedor.
- De facto conheço o schnaps que bebeu. Ofereceram-me uma garrafa no Natal do ano passado que continua fechada. Foi-me oferecida por ser uma das melhores da Áustria.
- É uma pena não a ter aberto.
- Sem companhia não vale a pena. Há coisas que só têm valor se forem partilhadas.
- Foi por isso que resolveu vir até à minha mesa?
- Sim, esse foi um dos motivos. Mas sinceramente, o que me trouxe até aqui foi o campo magnético que a rodeia.
Ela sorriu e continuou a conversa como se não tivesse ouvido o último comentário.
- Acho que tem razão... E ainda bem que se sentou aqui.
Enquanto bebiam mais alguns cálices deste quente elixir e o ambiente ficava mais descontraído, Oksana contou porque estava em Viena. Era dona de uma clínica de estética em Moscovo e havia um congresso na cidade. Viajava sempre sozinha, pois dizia que não gostava de ter horas para fazer o que quer que fosse e já lhe chegava ter os horários do congresso para cumprir.
Pablo, completamente seduzido por esta mulher, não resistiu e disse:
- Tenho uma garrafa de Alzinger, que me ofereceram hoje, no quarto. Não me apetece levá-la comigo, porque não tenho espaço na mala, mas também não a quero beber sozinho.
- Se a deixar ficar cá vai ser um desperdício.
- Pois, por isso é que a queria convidar a subir comigo para a bebermos juntos.
- Vou consigo até ao seu quarto mas não é para provar vinho austríaco. Por hoje já bebi demais.
Ao ouvir isto Pablo ficou imediatamente excitado. De tal maneira que teve que vestir o casaco antes de se levantar, para ninguém reparar no volume que tinha dentro das calças.
A explosão de luxuria aconteceu no elevador. Sem dizerem uma palavra, atiraram-se um ao outro e beijaram-se como se tivesse a acabar o mundo e fosse o seu último desejo. Pablo abriu o sobretudo de Oksana e passou a mão pê-lo seu corpo todo, descobrindo que por baixo da sua blusa de seda não havia soutien. Oksana, agarrava-o, arranhava-o, descontroladamente, até que agarrou o membro dele por cima das calças, com tanta força, que Pablo deu um suspiro de dor e prazer.
Quando o elevador parou, recompuseram-se e foram rapidamente para o quarto. Mal a porta fechou, Oksana tirou o casaco de Pablo e de uma só vez arrancou-lhe todos os botões da camisa, começando a desapertar-lhe as calças. Pablo atirou-a para a cama e mostrou quem ia dominar naquela noite:
- Acalma-te porque ainda temos muito que fazer hoje.
- Quero que me fodas... Já!
- Eu vou-te foder, mas primeiro quero que enlouqueças!
Ao dizer isto, aproximou-se lentamente dela e passou lentamente a mão no seu braço, enquanto subia até à sua nuca e a olhava olhos nos olhos. De repente agarrou-lhe o cabelo e deu-lhe um beijo que a deixou completamente arrepiada. Deitou-a de costas na cama e de gatas em cima dela, com as calças desapertadas, acariciou-lhe a cara descendo para o seu decote e metendo a mão dentro da blusa. Os mamilos de Oksana estavam duríssimos. Ele apertou-lhe a mama e quando ia tirar a mão abriu lentamente a blusa.
Oksana já não aguentava mais e tentava agarrá-lo. Ele, com uma mão agarrou-lhe os pulsos e prendeu-os acima da cabeça. Começou a lamber e a beijar-lhe o pescoço, o que a deixou ainda mais excitada. Desceu e lambeu-lhe os mamilos até que de repente os chupou com muita vontade. Com a mão que tinha livre, abriu-lhe o fecho lateral da saia e passou para dentro da tanga de renda, sentindo a cona totalmente depilada e molhada. Acariciou-lhe o clitóris e ela veio-se em poucos segundos. Depois disto, resolveu despi-la e brincar mais um pouco com ela. Tirou-a da cama e encostou-a à parede do quarto com o rabo empinado. Ela já não resistia. Ele, por trás, começou a acariciá-la, nas costas, nas nádegas, nas pernas, enquanto lhe dava beijos e lhe sussurava ao ouvido que a ia foder toda. Baixou-se lentamente atrás dela até ter à sua frente o cu e a cona encharcados. Atirou-se de boca como um louco e enquanto lhe lambia o cu, enfiou-lhe dois dedos na cona que a fizeram vir-se outra vez. Lambeu tudo e só ficou satisfeito quando ela se veio com a língua dele dentro da cona dela.
Ela respirava, quase sem forças, tal a intensidade dos orgasmos, mas sabia que ainda havia muito a fazer: tinha que retribuir e isso ainda lhe ia dar mais prazer. Virou-se para ele e beijou-o, provando o sabor da sua própria cona, naquela boca lambuzada. Finalmente tirou-lhe as calças e viu o pau de Pablo duro que nem uma pedra e todo molhado.
- Agora quem manda sou eu...
Pablo, olhou-a nos olhos com consentimento e seguiu-a para uma poltrona aos pés da cama. Ela sentou-o lá e encostou a barriga à cara dele, foi descendo, esfregando-lhe as mamas na cara, beijando-o outra vez e descendo com a boca pelo seu corpo até estar de joelhos à frente dele com uma mão em cada perna e a lamber-lhe as virilhas. Pablo estava prestes a estourar. A respiração dela nos seus tomates estava a deixá-lo louco.
Oksana, aproximava a cara do pau e afastava-se sem nunca desviar o olhar dos olhos de Pablo. Começou a aproximar-se mais até passar a língua nos tomates e meter um na boca. Chupou-o e quando o tirou da boca lambeu-o até chegar à cabeça do pau. Deu-lhe um beijo e sem usar as mãos meteu-o na boca e chupou de tal forma que Pablo teve que se controlar para não se vir. Chupou durante alguns minutos deixando-o molhado com a saliva dela que escorria até ao seu cu. Agora, ela agarrava-lhe os tomates enquanto tentava meter o pau todo na boca. A elegante senhora do bar do hotel tinha-se tornado numa verdadeira puta, como qualquer homem gosta.
Pablo estava descontrolado e só pensava em fodê-la. Agarrou-lhe o cabelo e deu-lhe um beijo, metendo a língua na sua boca e provando o sabor do broche que ela tinha acabado de fazer. A seguir, sem largar o cabelo, pô-la de joelhos na poltrona com o rabo bem empinado para ele.
- Vou-te foder como nunca foste fodida!
- Fode-me cabrão! Aposto que não és homem para mim.
O desafio deixou-o ainda com mais tesão. Encostou o pau lentamente na entrada da sua cona e de uma só vez enterrou-o todo. Ela deu um grito de dor e de tesão e cravou as unhas nas costas da poltrona olhando fixamente nos olhos do seu macho. Ele ficou parado durante alguns segundos com o pau todo enterrado e depois começou a fodê-la. Lentamente no início com algumas estocadas vigorosas e inesperadas pelo meio. Ela estava a ficar doida com aquilo.
- Fode-me! Anda! É só isso que tens para mim?
Pablo agarrou-a pelo cabelo, puxou-a contra o seu peito e começou a bombar com muita força. Ao fim de pouco tempo ela veio-se.
- Pára, por favor! Deixa-me respirar...
- Então não era homem para ti e queres parar ao fim de tão pouco tempo? - sussurrou-lhe ao ouvido enquanto a fodia vigorosamente.
Ela estava sem forças e ele aproveitando isso deitou-a na a cama e em pé com as pernas encostadas aos seus ombros, voltou a meter bem fundo e com força. Fodeu enquanto teve forças. Ao fim de alguns minutos estava exausto e ela já perdera a conta de quantos orgasmos tinha tido. Parou durante uns segundos para respirar e disse:
- Agora vem aquilo que eu mais gosto. Vou comer esse cu até me vir.
- Não, por favor pára! Eu preciso de descansar.
- Achas que vou parar? Ainda não me vim e quero encher-te de leite.
- Eu quero o teu leite todo, mas preciso de descansar. Dá-me uns minutos.
Pablo fez-lhe a vontade e sentou-se novamente na poltrona vendo-a a masturbar-se lentamente com as pernas completamente abertas em frente a ele. Aquilo estava a mexer ainda mais consigo.
- Anda cá e chupa-me outra vez.
- Não. Vem para cima de mim e fode-me a boca.
Pablo assim fez. Deitou-se com o pau encostado à boca dela e esfregou-o na cara dela. Ela adorava aquilo e lambia o pau e os tomates, até que agarrou o pau com força e meteu-o na boca chupando maravilhosamente. Pablo teve que se controlar mais uma vez.
- Quase que me vim sua puta. Já te disse que ainda te quero comer o cu.
Ela não respondeu e continuou de boca aberta enquanto ele a fodia e a engasgava quando metia o pau na boca até os tomates lhe baterem no queixo. Quando já tinha o pau completamente encharcado, virou-a e lambeu-lhe o cu até a relaxar completamente. Meteu-lhe um dedo molhado no cu para o lubrificar por dentro e ela estremeceu.
- Já estás louca e ainda é só o dedo. Eu imagino quando sentires o meu pau...
- Mete devagar porque vai doer.
Pablo assim fez. Enfiou o pau bem lentamente para que ela se habituasse, mas Oksana, mesmo com dores pediu que ele a fodesse.
- Fode o meu cu, anda! - gritava ela cheia de tesão.
Ele começou a partir o cu todo sem querer saber se a magoava ou não. Passado pouco tempo ela veio-se e apertou-lhe de tal forma o pau que ele não aguentou. Tirou o pau de dentro dela e virou-a. Ela agarrou o pau e masturbou-o até ele se vir na barriga, nas mamas, no pescoço e na cara. Ele deitou-se ao lado dela ofegante e quase inconsciente enquanto ela continuava a mexer lentamente no seu pau cheio de leite até o sentir murcho.
- Nunca pensei acabar o dia assim - disse Oksana.
- Já percebi porquê que me senti tão atraído por ti no bar. Podemos ser muito diferentes e até nunca mais nos vermos ou falarmos, mas na cama acho que somos uma dupla imparável.
- Ainda vou passar mais umas noites na cidade. Quem sabe não bebemos mais uns schnaps juntos?
Adormeceram num sono profundo e só acordaram no dia seguinte com as mulheres da limpeza a baterem à porta. Pablo estava muito atrasado para uma reunião e ela já tinha perdido a sessão da manhã do seu congresso...
domingo, 8 de novembro de 2009
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